Quanto custa ser mãe?

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Grupo PSN
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Mesmo que o dia da celebração mude, o Dia da Mãe é uma das datas mais celebradas em todo o mundo. Em Portugal, Espanha, Hungria, Lituânia e África do Sul, no primeiro domingo de maio, fazem-se homenagens a todas as mães. É um dos dias mais bonitos para aquela que nos deu vida. Sem dúvida, para muitas mulheres, tornar-se mãe é uma das melhores decisões das suas vidas, mesmo que seja preciso muito esforço e muito trabalho.

Contudo, na última década, menos mulheres decidem dar esse passo.

Perto de 87 mil crianças nasceram em Portugal em 2018, um ligeiro aumento face a 2017. A boa notícia é que a natalidade em geral volta a aumentar, depois de ter descido de 87 126 (2016) para 86 154 (2017). No entanto, este número está muito longe do necessário para atenuar o défice demográfico: seriam necessários 100 mil nascimentos por ano em Portugal, um número atingido pela última vez em 2010.

Conciliar o trabalho com a maternidade: uma das barreiras

A sociedade e as diferentes transformações vivenciadas nas últimas décadas, resultaram na crescente participação da mulher no ambiente laboral. No entanto, esta é uma das razões pela redução da taxa de natalidade registada.

A falta de conciliação entre o trabalho e a vida familiar das mulheres está sujeita a análise, a relatórios e a debates. No entanto, essa falta de conciliação é ainda maior quando falamos no chamado hiato salarial. Em muitas ocasiões, a mulher continua com medo de ser mãe para evitar perder o emprego ou, na pior das hipóteses, com receio de se comprometer com novos empregos. De acordo com a Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego, os salários-base das mulheres continuam a ser 15,8% inferiores aos dos homens e mesmo inferiores aos das mulheres sem filhos.

Custo de vida: outra barreira para quem quer ser mãe

Como se tudo isto não bastasse, o poder de compra é outra barreira quando se considera ter filhos. Embora seja verdade que ser mãe concede certas capacidades e competências às mulheres, bem como uma fonte inesgotável de afeto, o preço efetivo de criar um filho também é uma realidade.

O BBVA, avança que em média criar um bebé custa 626€ por mês. Esta despesa inclui alimentação (com um montante aproximado de 68€), roupa e acessórios (130€), higiene (58€), saúde (70€) e despesas de creche e de babysitting (cerca de 300€). Além destas despesas, devemos ter em conta questões como o carrinho, o berço, a banheira, etc. Estes equipamentos representam um custo total de 1.490€.

No entanto, tudo isto é uma estimativa. A verdade é que podemos poupar dinheiro em roupa e acessórios desde que possamos reutilizar, por exemplo, recorrendo a artigos e roupas que nos podem ser dados pela família e amigos. Da mesma forma, uma das maiores despesas, a creche, também depende da situação monetária dos pais e, sobretudo, da disponibilidade de assistência no cuidado à criança.

Outro relatório que analisa o custo de ter um filho é apresentado pela Universidade de Coimbra, de acordo com o qual os pais portugueses de classe média gastam entre 236 e 678 euros por mês com cada filho (até aos 25 anos), em fraldas, médicos, comida, roupa, desporto, livros, propinas e mensalidades escolares.

Tendo em conta o salário médio português, estes números são suportáveis no caso de ser um casal, mas o mesmo não se verifica no caso de famílias monoparentais. Em qualquer dos casos, o mais aconselhável, no momento em que se considera ter um filho, não é deixar-nos levar pelos sonhos e desejos de ser mãe, mas sim desenvolver um bom planeamento financeiro para tal. Para isso, pode fazer uso de alguns produtos PSN que a ajudarão na gestão das suas poupanças.

  • PSN Master: É essencial garantir a educação das crianças. Para isso, um seguro de poupança para os seus estudos como o da PSN oferece um capital que é destinado ao estudo dos seus filhos sendo que pode recuperar o seu investimento em caso de fatalidade.

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